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O melhor da semana para você – 01/09/2023

Sexta-feira, 01 de setembro de 2023 – Igor Onofre

Sustentabilidade

O Pyxis Ocean, um navio de carga equipado com velas especiais gigantes movidas a vento, partiu em sua viagem inaugural saindo da China para o Brasil. A empresa de transporte marítimo Cargill, que fretou a embarcação, diz esperar que a tecnologia ajude a indústria a caminhar em direção a um futuro mais verde. O uso das grandes velas (ou “asas”) WindWings, de design britânico, visa a reduzir o consumo de combustível e, portanto, a pegada de carbono do transporte marítimo.

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Parque da Independência e Museu Paulista

O Parque da Independência fica no bairro do Ipiranga na zona sudeste de São Paulo, com uma área de aproximadamente 186.000 m². Nesse parque, às margens do riacho Ipiranga, se encontra o Museu Paulista (Museu do Ipiranga), um dos mais importantes da cidade, com um grande acervo de obras, objetos e documentos históricos, O conjunto de prédios do parque é tombado pelo patrimônio histórico e inclui, além do museu, o Monumento à Independência, a Cripta Imperial, a casa do Grito, o Jardim Francês e o Bosque.

O museu é especializado em história e cultural material e integra a Universidade de São Paulo. O edifício em que hoje estão instaladas as exposições e espaços para atividades educativas e culturais foi projetado para ser um monumento em comemoração à Proclamação da Independência, ocorrida em 1822. O edifício foi construído entre 1885 e 1890. Em 1894, o recém-criado Museu do Estado (Museu Paulista) foi transferido para o monumento. Foi assim que as histórias do Museu público mais antigo de São Paulo e do Monumento à Independência se misturaram e, desde então, ele ficou conhecido como Museu do Ipiranga.

Renovação: O projeto Museu do Ipiranga 2022 teve como objetivo a restauração e modernização completas do Museu do Ipiranga, visando a sua reabertura para as comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil. O novo projeto determinou que todo o edifício, patrimônio tombado nas três esferas do governo, fosse dedicado exclusivamente à visitação pública, com exposições e espaços de fruição visual de sua arquitetura monumental plenamente renovados, com acessibilidade universal e integrados ao conjunto urbanístico do Parque da Independência. O Museu ganhou uma nova área de 6.800 m², incluindo sala de exposições temporárias, salas para atendimento do programa educativo, auditório, loja e uma área confortável de acolhimento, tornando-o compatível com os grandes museus internacionais. O Novo Museu ampliou de forma significativa a sua visitação pública, podendo receber um público acima de 500.000 visitantes/ano.

As exposições de longa duração, utilizando os acervos do Museu, foram ampliadas e completamente renovadas. Os temas e questões foram desenvolvidos dentro das linhas de pesquisa institucional: Universo do Trabalho, Cotidiano e Sociedade e História do Imaginário. Foram implementados novos mobiliários, projeto de iluminação, projetos multimídia e restauração de acervos. Foi dada especial atenção à acessibilidade plena, entendida como forma de inclusão social de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade.

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“A Queda”

A última obra de ficção publicada em vida pelo franco-argelino Albert Camus (1913–1960), é um livro pequeno no número de páginas, 150 na edição aqui recomendada, porém repleto de reflexões existencialistas e que parecem ser a síntese de boa parte dos questionamentos do autor ao longo da vida, tocando em temas como culpa, religião, moral, enganos e acertos. O livro é um monólogo denso e repleto de sarcasmo e amargura onde o personagem central e narrador é um antigo advogado especializado em “causas nobres”, Jean-Baptiste Clamence, este intitula-se a dado momento de “juiz-penitente” (sem aprofundar muito o que significa). Leva-nos numa viagem de reflexão moral baseada nas suas supostas falhas e virtudes. Isto enquanto frequenta bares duvidosos em Amsterdã, como o Mexico City, após ter abandonado a sua atividade legal em Paris.  Aqui aproveitando para uma indicação dupla, é inevitável não tentar traçar paralelos entre Clamence e Meursault, protagonista de O Estrangeiro, livro escrito 14 anos antes por Camus.

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